terça-feira, 23 de maio de 2017

POESIA: Poética do Morro.


Um canto ritmado.
Voz forte, cheia de ginga!

Poesias que falam a todos.
Musicada. Dos pobres. Repartida.
Poesia de muitos poetas.
Poetas com muita primazia!

A poética do morro?
Seca.
Escura!
Ferrenha.
Pujante! Colorida!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

POESIA: Tangerina.


Belo nome o de Tangerina!
Filha rica e de berço feliz!
Tangerina, uma grande história sofrida.
Tangerina, sua vida se soletra assim:

T
Teve tudo na vida.
A
Americana querida por todos.
N
Nascida e criada no Texas.
G
Gastou toda herança da família.
E
Especial e extrovertida.
R
Resignada com sua falência.
I
Imigrou-se para o Brasil.
N
Nunca deixando o otimismo.
A
Amava todos, menos a si!

Tangerina, cheia de vida e de histórias!
Tangerina, mesmo contra tudo, feliz!

domingo, 21 de maio de 2017

POESIA: Jogo da Conquista.


Me olha doce e me cede um beijo?
Seguro forte em tua mão.
Inesquecível!
Carinho roubado e dos bons!

Assim se entendem dois corações:
No jogo em que um conquista o do outro
são descartáveis o julgamento e a razão!

POESIA: Outono de Oitenta.


Mil novecentos e oitenta:
Canhões e soldados nas ruas!

Tempos difíceis: dias e noites!
O país: o da Terra do Urucum.
O ano de mil novecentos e oitenta.
Sete meses para oitenta e um!

Era um outono de oitenta.
O povo tomava as ruas.
Ano de mil novecentos e oitenta!
Tempos de dor, de bravuras e de lutas!

1.980: À luta continua!

sábado, 20 de maio de 2017

POESIA: Calendário.


Por horas, dias, semanas,
por meses perdidos no calendário;
e mesmo que voltasse o tempo,
ainda me faltariam palavras.

O calendário apressado, corrente,
não me faz capaz de superar o fim ilusório.
Um rompimento.
Um não sincero e gentil, ainda assim, um não.
E que amanhã eu perceba que ninguém perde o que nunca teve!

POESIA: Democracia Matemática.


Quando um mais um são mais do que dois
estejam certos de que o curioso acontece.
Os números se calam, mas não por medo ou indiferença.
Como se agradecidos, a lógica cede.

As explicações morrem de uma morte boa,
uma morte cheia de vida e de significado.
Quando um mais um são mais do que dois
qualquer resultado é possível pelas contas da imaginação.

E isto não significa que os números não tenham o valor que têm.
Significa apenas que, mesmo as leis da matemática, tudo está em constante transformação.

É assim com a matemática, com a aritmética!
Jura-se que os números importam como se submissos
na devida porção das coisas, do que é essencial.
A Matemática têm sua própria democracia
ou algo parecido como.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

POESIA: Meio Rato, Meio Gato.


Repulsivo e carinhoso.
Meio rato, meio gato.
Dualidade desmedida.
Hoje, homem; ontem, espaço; amanhã, vontade.

Indesejado, o mais querido.
Meio rato, meio gato.
Opostos que complementam a vida.
Juntam a metade com a metade da metade.

O vilão, o mocinho.
Meio rato, meio gato.
Dois personagens, um destino.
Partes harmônicas de uma mesma história.

Pelos cantos ou mais acima.
Meio rato, meio gato.
Incompleto e exclusivo.
Poeta! Engraçado! Pacato!

POESIA: Revolução do Sexo Próprio.


Homem ou mulher,
seu gênero, sua escolha!
Menino ou menina,
reforme-se se não se conforma!
Tenha o nome que lhe faz bem!

O nosso gênero, nossa escolha!
É a Revolução do Sexo Próprio,
a identidade que fala à tua cabeça!

POESIA: Hora da Verdade.


Façamos de conta que tua hora chegou!
O teu momento final!
Responda então, sem pensar, três perguntas:

Quantas pessoas amou na vida?
Que tipo de vida você escolheu?
Quantos amigos inimigos têm?

Se não gostou das perguntas,
a culpa não é minha e nem sua.
Não é de ninguém!


quinta-feira, 18 de maio de 2017

POESIA: Daquele Jeito.


Daquele jeito só meu,
destinado a ser todo seu,
que faz o mundo cessar.

De um jeito próprio.
Unificado!
Absorvido por tudo que há de bom!

POESIA: Chamamento.


Preste atenção no que realmente importa!
Ouça o verdadeiro chamamento!
Ninguém jamais escapa
ou foge da voz que vem de dentro.

Brotará do seu coração!
Um canto doce, alegre; satisfeito.
Não há o porquê do temor,
apenas trate-se com respeito!

Aceite sem detrimento!
É a tua própria vida falando!
Implorando!
Ela te dirá que sua única real obrigação para com ela é ser e fazer feliz!

POESIA: Pedaço de Pão.


Não importasse a falta,
é solidário compartilhar um pedaço de pão.
Seja com quem tem fome,
seja com teu irmão.

A expressão mais cristã do louvor.
Não há maior indigência que a fome!
O alimento mais sagrado do Amor.
A benção da terra abençoando o Homem!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

POESIA: O Prazer do Cuidado.


Ah, como é bom cuidar de quem se ama!
E ser cuidado também!

Como é bom ter mais perto quem nunca esteve longe!
Tão perto que chega a nos sufocar de tanto amor!

Como é bom ser útil nas horas mais necessárias!
E receber a mesma atenção quando necessitamos!

Como é bom e prazeroso!
Como é bom cuidar!

POESIA: Gênio da Alma.


O ápice da bravura não é enfrentar leões em arena lotada,
desafiar moinhos de ventos para um duelo,
escalar o Everest e descer no mesmo dia,
o ápice da bravura é ter uma vida íntegra, irrepreensível.

Afinal, são tantas as tormentas e tentações,
tantos desvios e caminhos sem saída,
que só um gênio da alma para superá-los.
E seguir adiante, com coragem e alegria!

POESIA: Atalho.


Mais perto ou mais longe,
mais seguro ou perigoso.
Optar pelo atalho é sempre apostar no incerto.

Se mais seguro, longe, perigoso ou perto,
sempre uma aposta!

terça-feira, 16 de maio de 2017

POESIA: Faz-se Uma Revelação!


Faz-se uma revelação!
De um modo urgente, necessário.
Não há perigo maior no mundo,
tristeza que mais oprima,
do que uma vida mal resolvida,
do que um amor mal amado!

Faz-se a revelação:
Noventa por cento de uma vida estão fora de qualquer controle!
Os outros nove ou já aconteceram ou ainda vão acontecer!
Somos seres noventa e nove por cento desamparados!

POESIA: Paixão Acidental.


Nem toda paixão é apaixonada por querer!
Muitas acontecem desprovidas, acidentais.
Tão acidental quanto independente!
Tão apaixonada quanto sentimental!

Por mais que nem tanto assim,
se a paixão aconteceu, logo acidental!
Por mais que sentimental, apaixonada, feliz,
é parte subjetiva da vida real!

Paixão: sentimento de amor, feliz, que também pode não ser acidental.
Mas nunca - nunca mesmo! - comparável com o mau!

POESIA: Sou Desses.


Não tergiverso ao confirmar que, sim, eu sou desses!

Sou incoerente.
Digo que amo, mas não sou capaz de perdoar uma traição, mesmo a de quem juro amar.

Sou impaciente.
Não penso duas vezes ao dizer o que sinto e, quando não posso dizer, meu silêncio expressa tudo.

Sou exageradamente otimista.
Tão exagerado que não peço atestado de honestidade de quem pede minha amizade.

Sou responsável.
Tenho certeza que sou!
Mas não para tudo e nem para todas ocasiões.

Sou feliz.
Uma felicidade com um pouquinho de tristeza por não ter conseguido ser tanto quanto acho que podia ter sido.

Sou injusto.
Quando me exigem ou me cobram por algo que tenho certeza que não devo, logo nego.

Sou tudo isso e mais um pouco!
Sou desses que não teorizam a vida.
Vivo no que me é possível viver!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

POESIA: Renúncia Estrangeira.


Extra! Extra!
Foi destaque no jornal,
uma sorte maldita, irremediável!

No longe, uma renúncia inesperada e estrangeira!
O país? Subdesenvolvido!
Renúncia um tanto ligeira – e controversa! - de uma vida iludida!

Da primeira-ministra e da presidente!
Forçada e livremente decidida!
Por fracasso e também por castigo!

sexta-feira, 12 de maio de 2017

POESIA: Enquanto Você Dorme.


Enquanto você dorme,
ainda que não mantenha os olhos fechados,
a imaginação concentrada nos próprios sonhos,
o mundo acontece lá fora.

Nunca vai parar de acontecer!
Lá fora, dentro e fora do mundo.
Pelo espaço ou dentro da sua cabeça.
No passado, pelo presente ou para o futuro.
Em sua cabeça, juntamente ou além dos teus sonhos.

Enquanto você dorme
e a metade da metade do mundo adormece junto,
a vida seguirá seu curso sagrado.
Ela acontece independentemente de vontades,
seja repleta de coisas boas ou de fatos ruins.

Uma coisa nunca vai mudar:
A vida é mais forte que tudo!
Se alguém tiver que mudar,
este alguém é você quem muda.

POESIA: Os Segredos do Gozo.


Atenção, meu bom amigo!
Trago-lhe uma dica, um segredo.
Posso ensiná-lo a gozar?
A viver a vida sem medo?

Seja com a vida ou no sexo,
antes, durante ou depois,
amigo, esteja presente!
Seja você o próprio presente!
Ofereça cem por cento de si!
Não aceite menos que cem por cento!

POESIA: Telefone Sem Fio (Mentira).


Mente.
Menta.
Mentira.
Semente de menta.

Mentira de quem mente.
Semente brotada de menta.
Não minta e não desconverse!
Fosse mentira da mente, fosse semente de menta!




POESIA: Telefone Sem Fio (Vaca).


Vaca.
Cava.
Cavando.
Cavaco.

A vaca cavando o cavaco.
O cavaco cavado pela vaca.
Um absurdo surreal!
Como pode pata de vaca cavar cavaco?


quinta-feira, 11 de maio de 2017

POESIA: Fetiche.


Mil mulheres na cama, nenhuma satisfaz!
Mil mulheres na cama e o desejo por muitas mais!

Mil homens na cama, nenhum se sentindo capaz!
Mil homens na cama, todos se amando por trás!

Mil mulheres!
Mil homens!
Fetiche fugaz!

POESIA: Como Surge Um Ignorante.


Surgimento assim: sempre grave é a intolerância!
Prática disforme que fere, engana, esteriliza.
Cético, o ignorante vê seus sonhos rendidos ao esquecimento.
E isso do primeiro ao último momento, invariavelmente!

Fazendo-se na persona do mais esforçado dos santos, um tanto quanto sucumbido, o ignorante é senil e cultua hábitos amargos.
Logo que abre a boca, se anuncia então o portador de tal febre.
Cuidado! Em prática, a ignorância faz tudo matéria rasa!
Arrasa sem dó!

Você se martiriza sem quaisquer motivos?
Sente-se eterno maldito por um simples maldizer?
Esteja certo que você já anoiteceu e que sofre da febre da ignorância.
Contudo, a boa nova é que, mesmo grave, achou-se um remédio:
Quando um ignorante se percebe, ou ele se reforma drasticamente, ou peste, ou pó!

POESIA: Pensamento Livre.


Liberte-se do pessimismo!
Não leva a nada!

Solte seu pensamento!
Usufrua o fruto!

Apegue-se somente a você!
Você se conduzirá!

Não se amarrando a ideias ou se prendendo a convicções estabelecidas, o melhor da vida o favorece!
Pense livre e seja livre!
Seja, mesmo que ao seu modo, um ser feliz!

POESIA: A Graça em Um Bule.


Porcelana fria.
De vidro.
De um lado, asa.
No outro, uma forma engraçada de tubo.

Que objeto é este?
O cinto?
O sapato?
Peruca de pelúcia?
É um bule cheio de café.
Engraçadinho!
Dentro, três colheres cheias de açúcar.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

POESIA: Sou Frágil (Ou Não).


Passando tempos sem sentido,
de repente, reflito se sou frágil (ou não).

Minha memória cede ao desatino.
Nada que se compare a uma força imparável que nasce do meu coração.

Sou frágil? Impotente?
Nunca fui! É certo que não!

POESIA: Que Tal?


Que tal um fim de semana na praia?
Todos os amigos em sua volta?
Todos cantando felizes, comemorando a vida?
Que tal?

Que tal uma estante cheia de livros de aventura e de fantasia?
Que tal uma vida mais simples?
Menos obrigações?
Com mais bem-vindos, por favores e obrigados?
Que tal?

Para tal, seja mais e tenha menos!
Para tal, mais brincadeiras, mais leveza!
Menos dúvidas!

POESIA: Um Livro.


Quantas histórias cabem em um livro?
Quanto de vida um livro tem?
Esconde um mar de mistérios da poesia.
Protege um infinito de heróis, vilões e princesas.

Em um livro, tem tudo que existe.
Tudo que existe cabe em um livro!

POESIA: Asco.


O nojo do nojo.
Aversão.
Repulsa da repulsa.

No que me falta outra opção,
me afasto e me nego a seguir.
Mantenho distância!
Asco: aversão, nojo, repulsa!

terça-feira, 9 de maio de 2017

POESIA: Imposição do Eu.


Na minha vida mando eu!
E nunca me desespero.
Na minha vida mando eu!
Mando sempre que quero.

Como eu quero.
Quando eu quero.
Se eu quero.
Ou então não quero!

POESIA: Respiração. Expiração. Inspiração.


Respire, expire e se inspire!
A poesia mais simples encantando o mundo.
Respire, expire e se inspire!
Realidade cada vez mais carente, no sentido profundo.

Respire, expire e se inspire!
Não é tão difícil quanto parece.
Respire, expire e se inspire!
Ame, celebre a vida, goze ou faça sua prece!

Respire, expire e se inspire!
Encha-se de coragem e nunca abandone seus sonhos!
Respire, expire e se inspire!
Nunca, mas nunca mesmo, nunca deixe de brigar!

Respire, expire e se inspire!
Respire, expire e se inspire!
Respire, expire e se inspire!
Assim se prossegue e faz crescer!

POESIA: Morte Social.


De um senso triste e só assim.
Menino homem de fora da sociedade.
Nunca ciente do que dizer
mas de todo em paz com a verdade.

Sem julgamentos ou ti-ti-ti!
Nem toda morte social é para sempre.
Pode ser transeunte, transitória.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

POESIA: Estrela Azul.


Nasceu, brilhante estrela!
Nascida no Cruzeiro do Sul.
Estrela pulsante e vermelha!
Tons de amarelo, vermelho e azul.

Nasceu, mais bela estrela!
Amarela, vermelha e azul!
Estrela distante, estrela apartada!
A mais bela do Cruzeiro do Sul!

Estrela pulsante!
Estrela ao sul!
Amarela!
A mais bela!
Vermelha!
Azul!

POESIA: Uma Declaração.


Vou lhe fazer uma declaração,
contar um segredo que nunca contei.

Meu amor não é de graça
mas nunca faltou a quem amei.

Meu amor é fácil, sincero e barato.
Ofereço a quem o merece
e me dou de presente por inteiro.

Meu amor não custa mais que um beijo.
Um beijo de amor dura tanto quanto uma vida inteira!

POESIA: O Contraditório da Humildade.


Achar-se menor do que é, chega a ser estupidez.
Ninguém é menor do que realmente é!
Ou faz menos do que realmente faz!
Não tergiverse!
Seja o que você é!

Uma conclusão que a vivência traz:
É mais fácil – até contraditório! - dizer-se humilde em Paris!

POESIA: Duvide!


A convicção é traiçoeira.
Desconfie de quem a tem!
Dissolve a crítica de primeira.
Oculta, subestima, não faz bem!

Certezas absolutas são más conselheiras!
Duvide no que possível!
Mesmo que por um segundo!

sexta-feira, 5 de maio de 2017

POESIA: Cinema Mudo: Pequeno Tributo à Chaplin.


Preto e branco na tela.
Chaplin, o gênio do mundo!
Figura no tempo, uma América na tela.
Um gestual perfeito mesmo que mudo!

Vida exagerada, elegância contida!
Chaplin, ditador, operário, pedinte amoroso.
Atrizes e atores, alunos que o esperam.
E vão sucedendo cenas com o eterno professor!

Luz, câmera, ação:
Chaplin, sempre, o maior gênio do humor!

Fazendo de conta, retratos na tela.
Ao Garoto, um olhar generoso ao mundo!
Mazelas aos pobres e se conhecem os nobres.
Beijo a cores – suspiro às noites? - carinho profundo!

O galã e uma atriz que se beijam.
Cinema mudo com música se diz tudo!
A fluência, a imaginação sem limites.
Perseguido sem motivos pelos xerifes dos sem-assuntos!

Câmeras a postos,
rodam-se, as cenas!
Luzes no estúdio,
personagens veem à vida!
Elenco a postos,
o mestre que então chega!
Tempos em preto e branco,
honrado pequeno gigante da arte reflexiva!

POESIA: O Cortejo.


Cabisbaixos.
Silenciosos.
Seguem todos em um cortejo.

Duas famílias.
A do pai e a da mãe.
Unidas pelo primogênito acidentado,
pelo encontro de um luto.

Silenciosos.
Cabisbaixos.
Duas famílias, um cortejo.

POESIA: Mastigado Pelos Nervos.


Porque é incoerente assim,
sincera e verdadeira,
digna de pena,
a saudade que às vezes tenho de mim!

A promessa refeita.
O amor mais amado.
Embrutecido!
Mastigado aos poucos e pelos nervos!

POESIA: Há Sempre Um Alguém!


Abramos os olhos;
e sem que se diga nada!
De verdade, assim ouvimos quem está chamando!

Olhos abertos, boca cerrada;
e o coração entregue!
Há sempre um alguém que nos ame!
E que nos queira bem!

quinta-feira, 4 de maio de 2017

POESIA: Quente e Frio.


Quente e frio, pulsante e ardil.
Enterrado, sentimental, nunca vazio!
O coração quente e frio!

Quente e frio, as pessoas são peixes.
A vida, o leito de um rio!
Coração quente e frio!

Quente e frio, os pássaros, as alegrias efêmeras.
O céu, o momento.
O cenário, o tempo.
Este sim, às vezes, vazio!

Quente e frio.
Ele, o coração!
Quente, quente.
Frio, frio.
Coração quente e frio!

POESIA: Uma Experiência.


Vamos fazer uma experiência?
Eu junto meu amor mais o seu e a gente cria um novo mundo.

Um mundinho novo só nosso!
Pouco mais redondo, mais justo.
E cheio de gente cabeça!




POESIA: Forçosamente.


Foi forçosamente, então foi!
Na força do que se foi é que as coisas começaram a mudar.

Foi forçosamente, é certo que foi!
Com destemor, a vida, o agora, parou por um instante, mas recomeçou a viver e não parou mais.

Forçosamente, foi o amor!
Morreu o que era velho!
Foi prometido, mas cheio de motivo e de razão de acontecer!



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