ROBERTO CAMILOTTI... blog de literatura.

17 de janeiro de 2019

A VERDADE SOBRE AMORES E DUQUES - HORA DO CHÁ

Olá Pockets!

Tudo bem com vocês? O inicio do ano começou, e espero que seja repleto de leituras incríveis para vocês. Esse livro foi lido ano passado, mas é uma leitura divertida que vou dividir com vocês.
Não conhecia a autora, mas a escrita flui bem e com diálogos bem divertidos, e com reflexões interessante.
“ - (…) Tudo o que Lady Truelove lhe diria, de qualquer forma, é para seguir seu coração e me amar. Ame-me, Henry, case-se comigo e me ensine a ser a melhor duquesa possível para que possamos, juntos, cuidar de nossas famílias e tornar o mundo um lugar melhor.”

RESENHA:

A história começa com o Duque Henry Cavanaugh, que descobre na mesa de café da manhã, que sua mãe fugiu, e que pretende casar-se com um artista italiano, o que o deixa furioso, além de pensar no que as irmãs iram sofrer da sociedade caso isso realmente aconteça. Henry é um duque, que realmente se preocupa com a família, e acaba sendo muito liberal até, em relação a algumas situações dos membros da família. 

Henry descobre sobre o caso da mãe numa coluna de jornal, a qual a Lady Trulove dar um conselho para a mesma seguir seu coração. E com isso Henry vai até o jornal para tirar satisfação e qual sua reação ao descobrir que a responsável é Irene Deverill, que além de ser mulher, sufragista e criou as colunas de fofocas e uma no qual ela dá conselhos amorosos sob o pseudônimo de Lady Truelove.
"Quando se semeia ventos, srta. Deverill, deve-se estar sempre preparado para colher as tempestades."
Henry exige que Irene de um conselho contrário a sua mãe, para que ela possa desistir da ideia de casar, porém Irene não concorda e defende o direito da mãe dele, decidir sua própria vida, já que a mesma é viúva e independente. Mas Henry, não aceita, e diz que irá usar de todo seu poder como Duque e nobre para destruir o jornal. Mesmo assim Irene, não desiste.

Porém Henry acaba fazendo uma jogada de mestre, pois ao falar com pai de Irene que é alcoólatra, e concorda que ela e Clara sua irmã mais nova deva ser inserida na sociedade e perdoada pelas atitudes da mãe dela, e restabelecer o contanto com a família da mãe que é bem vista pela sociedade, o pai aceita vender o jornal para o Duque. Porém Henry faz uma proposta a Irene, que ela fique duas semanas na casa dele, e convença a mãe dele a mudar de ideia, se ela conseguir ele não compra o jornal.

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Beijos

Que o mar leve | [Projeto Escrita Criativa]

 
O Mundo nem sempre é belo! A cada dia é dada a oportunidade de perdoar e, deixar-nos levar pela maré!
As famílias felizes são todas iguais; Cada família infeliz é feliz à sua maneira.
Cada ser Humano exige respeito mas, nem sempre se dá ao… ! Respeito pelo que é só nosso (e, para nós) e, diferenciar o que é para ser dito ao "público". Nem toda a gente está disposta a respeitar a privacidade de um ser.
É como por exemplo, em caso de doença! Há quem se sinta mais apto e, bem consigo próprio para partilhar o que sente, outras pessoas limitam-se a guardar tudo só para si. Não é tão doloroso partilhar uma alegria que na realidade não se sente, do que o sofrimento e dor. Esses últimos sentimentos ou estados de espírito por último sentenciados são só nossos!

Leia todo o artigo em Que o mar leve [Blog: Tudo Sob Linhas].