Fragmento: Então S morreu.


No post anterior a este fiz uma crônica comunicando o câncer de S e sua luta resignada pela vida. Pois bem, muito mais breve do que imaginasse, S fez a passagem então.

Morreu conversando com sua esposa C, que, certamente, está devastada. C é um cristal frágil. De certo modo, me atrevo a dizer que sua vida dependia completamente da do marido, emocional e financeiramente.

S havia passado mal na madrugada de sexta para sábado e levado, desmaiado, ao hospital daqui da minha cidade, de onde foi transferido para um hospital universitário, em outro município.

Bom, foi para nunca mais retornar então.

Siga na Luz, S!

Força, C!

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