POESIA: O Caso da Borboleta.


Era branca, cinza e uns poucos tons de amarelo.
Uma borboleta pousou distraída em meu jardim.
Não era muito pequena, tampouco grande.
Tinha o tamanho pouco maior que um nariz.

Borboleta sorriu para mim logo me ouviu.
Borboleta estranha, engraçada e esquisita.
Não queria mais voar, era dela o meu jardim.
Borboleta com cabeça de prego, patinhas de formiga.

Certo tempo passado, abri a janela e me apresentei:
Olá, Dona Borboleta! Sou Joãozinho e quem é você?
No que a borboleta branca, cinza e amarela me viu,
ameaçou voar, mas só depois que respondeu:
Eu, hein, mas que garoto enxerido! Não é problema seu!

Comentários

  1. Nossa. Não quis ser amiguinha. Triste.
    É assim que as borboletas da vida agem mesmo. Não nos deixam um espaço e saem na pressa, antes do tempo.
    Parabéns pela poesia.
    ;)

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