POESIA: O Homem e o Cérebro.


Muito cérebro, pouco homem,
pouco homem com muito cérebro.
Memória viva, desalentado no tédio,
pelo cérebro aos cérebros.

Cérebros e cérebros,
um desalento sempre inédito.
Muito aos homens,
os insubstituíveis homens do tédio.

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